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Serviços – Desinfestação

Pombos

Conhecida também como pomba da paz, parece ser realmente um ser inofensivo, mas devido a sua alta proliferação, atingiu o status de praga em várias partes do mundo, sendo responsável pela transmissão de inúmeros agentes patogênicos (histoplasma, salmonela e outros). Os pombos se adaptaram bem à vida urbana, pois encontram boas condições para sobreviver, tais como: abrigo, alimento farto e fácil além de contarem com a falta de predadores naturais.

Controle

Para o controle de aves nas instalações de um prédio, são adotados processos de eliminação dos possíveis locais de pouso e nidificação através de métodos físicos (telas, redes, espículas, etc.), biológicos e químicos (repelentes).

Morcegos

Estes animais se alimentam de insetos, podendo por pouquíssimas vezes, completar sua dieta com frutas. São espécies relativamente pequenas, que voam em grande número durante o crepúsculo e o meio da noite. Geralmente não possuem folha nasal, mas apresentam trato auditivo bem desenvolvido para auxiliar a audição e localização. São facilmente identificados quando em atividade, pois realizam vôos ziguezagueantes com manobras extraordinárias, mudando rapidamente de direção Possuem a forma da asa bem estreita e comprida lembrando a asa de uma andorinha. São responsáveis pelo controle de insetos no ambiente. Muitas vezes visitam nossa casas à procura de abrigo. Perturbam o ambiente com seus gritos, e afetam a saúde pelo acúmulo de fezes e urina, onde se desenvolvem microorganismos capazes de causar doenças.

Controle

A aplicação de desalojantes ou a remoção de morcegos para área nativa, visa atender norma do IBAMA que é rigorosa quanto à proteção destes animais e a proibição de seu extermínio.

No manejo de populações de morcegos, dependendo da avaliação técnica, utilizamos aplicação de produtos domissanitários desalojantes, ou a captura por aprisionamento para posterior liberação em área nativa. Após qualquer dos procedimentos acima descritos deverá ser feita vedação do acesso dos morcegos, ou a instalação de redes apropriadas para evitar a reinfestação.

Escorpiões

Os escorpiões pertencem à classe Arachnida, ordem Scorpiones, apresentam nove famílias e aproximadamente 1.500 espécies.

As famílias compreendem: Bothriuridae, Buthidae, Chactidae, Diplocentridae, Ischnuridae, Luridae, Scorpionidae e Vaejovidae. A família Buthidae é a maior e mais amplamente distribuída. No Brasil, apresenta 5 gêneros: Isometrus Ananteris, Microtityus, Rhopalurus e Tityus. Esse último compreende as espécies de interesse médico.

Os escorpiões são animais de terra firme, que habitam regiões quentes e temperadas. São encontrados em todos os continentes, exceto na Antártida.

São carnívoros, alimentando-se principalmente de insetos (baratas e grilos) e aranhas. O canibalismo pode ocorrer principalmente em cativeiro. Os inimigos naturais compreendem: vírus, fungos, larvas de nematóides, ácaros, aranhas, sapos, serpentes, galinhas, ratos entre outros.


Escorpião com Filhote no Dorso

As espécies de hábito noturno abrigam-se, durante o dia, em buracos rasos, fendas de rochas, barrancos e cascas de árvores.

Sobre o comportamento reprodutivo, os filhotes ao nascerem ficam abrigados no dorso da mãe até a primeira muda.

Posteriormente, dispersam-se e adotam vida solitária na fase adulta, exceto na época do acasalamento.

Controle

Manter limpos os jardins, quintais e terrenos baldios, que podem servir de abrigo e alimento para esses animais;

Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los;

Cuidado ao colocar a mão em fendas ou buracos sob pedras e tronco de árvores;

Preservar os inimigos naturais dos escorpiões, como, por exemplo: lagartos, sapos, galinhas entre outros.

Aplicação de de produto domisanitario especifico para aracnídeos.

Aranhas

As aranhas pertencem à classe Arachnida, ordem Aranae. Habitam todos os nichos ecológicos da Terra, exceto a Antártida. A maioria é terrestre (exceto 1 grupo, o qual é aquático).

Constroem teias geométricas ou irregulares em buracos naturais do solo, fendas sob árvores, troncos e cupinzeiros, residências humanas, depósitos ou garagens.

São importantes para a manutenção do equilíbrio ecológico. O veneno serve para captura da presa, para facilitar a alimentação e para defesa.

O inimigos naturais são predadores ocasionais, pássaros, sapos, lagartixas, escorpiões e parasitas. São solitárias ou de hábitos sociais e ovíparas.

Controle

Manter limpos os jardins, quintais e terrenos baldios, que podem servir de abrigo e alimento para esses animais. Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois algumas aranhas podem picar quando comprimidas contra o corpo ou são impedidas de fugir. Cuidado ao colocar a mão em fendas ou buracos sob pedras e tronco de árvores. Preservar os inimigos naturais das aranhas, como, por exemplo: lagartos, sapos, galinhas, entre outros. Aplicação de produto domisanitario especifico para aracnídeos.

Carrapatos

São os CARRAPATOS descritos em Zoologia na Ordem dos Acarina, e encontram-se difundidos por toda a Terra, e concomitantemente à sua atividade hematófaga, intervém também como transmissores de muitos outros agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias, protozoários e riquétzias, funcionando portanto como vetores de doenças, tanto aos animais como ao homem.

Geralmente têm a forma oval, e quando em jejum são planos no sentido dorso-ventral, porém quando repletos de sangue de seus hospedeiros, pois é o sangue seu alimento, apresentam-se então convexos e até esféricos.

Algumas espécies podem ter até 25 mm de diâmetro, e sua carapaça quitinosa de revestimento, verdadeiro exo-esqueleto, é firme e resistente, relativamente à sua pouca espessura.

Algumas espécies permanecem toda vida adulta sobre seus hospedeiros, e por isso classificados como parasitas permanentes, outros abandonam-no após haverem sugado sangue e então são classificados como parasitas temporários, melhor dizendo, ecto-parasitas temporários, pois vivem na cobertura pilosa dos mamíferos, seus hospedeiros, apenas parte de seus ciclos biológicos de vida.

Os danos que podem causar à saúde de seus hospedeiros, são de:

Natureza espoliativa - pela quantidade de sangue que podem retirar no ato de sugar, o que é diretamente proporcional não só a quantidade de carrapatos presentes sobre o hospedeiro, como também à sua voracidade e tamanho;

Ação tóxica - causada pela natureza da saliva dos carrapatos, que para sugarem sangue por assim dizer injetam sua própria saliva no ponto em que introduzem seu aparelho sugador, para impedir a coagulação do sangue de suas vítimas, e essa saliva muitas vezes pode causar ação não apenas irritante como também tóxica ou alérgica;

Ação patogênica - conseqüente à possibilidade que existe de se encontrarem infectados por agentes outros causadores de enfermidades, taiscomo vírus, riquetzias, etc. e então transmitirem junto à picada também moléstias outras;

Concomitantemente ao parasitismo por carrapatos, evidencia-se uma imunidade específica nos animais atacados, estando os animais velhos mais protegidos que os jovens, e os importados menos que os autóctones de uma determinada região, à uma determinada espécie também de carrapato.

Dentre as espécies mais comuns, podemos citar:

Argas - Com o denominado A. persicus, que ocorre em todo o Brasil, e parasita preferentemente aves domésticas e selvagens, além do homem. É o transmissor para as aves, da Espiroquetose aviar. Transmite também à pombos, infecção paralítica (Salmonella typhimurium), que pode permanecer latente vários meses nesse parasita.

Dermacentor - Neste gênero, está incluído:

Dermacentos marginatus - Hospedeiro do cavalo, cão e ovelha, é encontrado na Alemanha e zonas pantanosas do Hesse, além da Hungria, onde é apontado como transmissor da Piroplasmose esporádica do cavalo (Babesia caballi).

Dermanyssus gallinae - Vulgarmente chamado de ácaro vermelho das aves, vive geralmente em galinheiros sem higiene, atacando pombos e galinhas, além de faisões, patos, gansos e aves canoras engaioladas; Durante o dia permanecem escondidos em fendas das instalações onde as aves se alojam, para saírem a noite, para saciarem seu apetite de sangue, retornando a seus esconderijos quando o estômago estiver cheio.

Haemaphysalis - Encontrado na Alemanha e no Oriente Médio, sendo o transmissor da Febre Q.

Hyalomma - Geograficamente encontrados na África, Ásia e região mediterrânea da Europa, na maioria dos casos utilizam-se de dois hospedeiros, principalmente cães e outros carnívoros e são transmissores da babesiose ao cão e aos eqüinos, assim como a Teileriose.

Ornithodorus - Este parasita localiza-se quase sempre no pavilhão auricular de seus hospedeiros, e lhes transmite a febre recorrente, causada por um espiroqueta e também a Febre das Montanhas Rochosas (Riquetziose) nos EUA.

Rhipicephalus - O exemplar mais importante desse gênero, é o Rhipicephalus sangüíneas transmissor da Teileriose e Piroplasmose ao cão. É encontrado no Brasil e na África , e em algumas zonas temperadas do mundo.

Ixodes - Encontrado parasitando os mais diversos animais mamíferos, inclusive aves domésticas e selvagens, répteis e o homem. A ação tóxica manifesta-se clinicamente por reações cutâneas com prurido e eritema, febre, podendo chegar até a paralisias com contraturas, algumas vezes podendo ter curso mortal.

A encefalite humana, pode ser transmitida inclusive por carrapatos, a partir de portadores do vírus, tais como toupeira, ratos e aves, ao serem sugado sangues contaminados. A espécie Ixodes ricinus - assim como outras espécies do gênero Dermacentor, são os causadores da moléstia denominada Paralisia por carrapatos, em várias espécies animais, sobretudo na ovelha e no homem (crianças);

Parece somente terem tal atividade as fêmeas de carrapato , pouco antes de iniciarem a postura, quando se fixando na região occipital, na proximidade da coluna vertebral próximo do centro respiratório, podem provocar falta de coordenação motora no ato de andar, com tombos e mesmo incapacidade de permanecer em pé, seguindo-se vômitos e até morte do doente.

O diagnóstico da infestação por esse parasita é muito fácil, efetuado pela simples visualização com vista desarmada desse hóspede, de permeio à pelagem ou plumagem dos animais, cuja presença também provoca coceira, a qual é concomitantemente notada nos hospedeiros, esta maior ou de menor intensidade, de acordo com a sensibilidade individual de cada hospedeiro parasitado. Quando o parasitismo é pequeno, a aplicação de graxas neutras, óleos ou glicerina, provocarão a oclusão dos estigmas respiratórios desses hóspedes indesejáveis, que após algumas horas facilmente se desprenderão dos locais em que estejam alojados.

Já sendo a infestação em grande quantidade , somente a aplicação de banhos sob a forma de imersão em banheiras especiais, denominados banheiras carrapaticidas, ou então a aspersão ou pulverização de substâncias especiais, denominadas carrapaticidas, poderá efetuar a eliminação desses hóspedes nocivos.

Até pouco tempo atrás era utilizado o arsênico como carrapaticida, porém devido os acidentes que ocorreram por incúria na sua aplicação, foi o mesmo abandonado como meio de tratamento; Algum tempo depois, também o DDT e o BHC, substâncias essas sintéticas cloradas e fosforadas foram também utilizadas como carrapaticidas, que também foram abandonadas pela ocorrência de intoxicações e mesmo mortes em animais tratados, e pelo efeito efetivamente cumulativo no organismo dessas substâncias.

Hoje, substâncias fosforadas sintéticas como o Assuntol, Trolene, Ruelene e Neguvon são as mais utilizadas como carrapaticidas em todo o mundo.

Para a prevenção dessa parasitose, os meios que melhor tem funcionado, são as aplicações sistemáticas de carrapaticidas nos animais. Para tal, as modernas banheiras carrapaticidas quer de imersão quer de aspersão ou pulverização são os melhores; As aplicações, devem guardar um intervalo característico para cada espécie animal, assim como ter-se em conta a espécie do carrapato a ser exterminado ou controlado.

Em se tratando de cães ou gatos parasitados por carrapatos, deve ser tomado especial cuidado na prescrição do inseticida a ser utilizado para seu combate, pelo fato de serem tais animais carnívoros, e por isso especialmente sensíveis às substâncias sintéticas cloradas ou fosforadas usualmente fabricadas para referida utilização. Além desse cuidado, redobrada atenção durante a aplicação do inseticida é também indicada, evitando-se que o animal ingira ou aspire o produto na hora de sua aplicação, sob pena de intoxicações muitas vezes graves causadas por tais produtos quando acidentalmente absorvidos.

Quando a infestação for leve, existem no mercado produtos específicos para cães e gatos, aplicados na forma de pulverização no ambiente e por todo o corpo do animal ou diretamente na nuca do mesmo, que se seguidas devidamente as instruções, não oferecem riscos de intoxicação ao animal.

Pulgas

Todo mundo conhece a pulga. Ela vive com o homem em todos os lugares, sobretudo onde a higiene não é adequada. É um saltador impressionante. De fato, pode ser considerada o maior campeão olímpico de saltos de todos os tempos. pode saltar 75 vezes a sua própria altura e 25 vezes seu comprimento. Há pulgas treinadas para fazer toda espécie de acrobacias e algumas delas chegam a mover pequenas carruagens de papel.

Nem todas, porém, são amestradas. a maior parte vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue. Estas são perigosas. Quando passam de um hospedeiro para outro, podem levar germes de doenças graves. Aquelas que vivem nos ratos podem transmitir às pessoas a mortal peste bubônica. A pulga põe os ovos entre as tábuas do assoalho e outras frestas de casa. Em poucos dias saem as pequenas larvas brancas que se encasulam em lugarem úmidos e escuros para transformar-se primeiro em ninfa (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto) e depois em pulga adulta. Então saem para procurar um hospedeiro.

COMO OS ANIMAIS SÃO INFESTADOS E QUAIS SÃO OS SINTOMAS

As pulgas são pequenos insetos marrons e sem asas. Elas dependem do hospedeiro, que neste caso são o cão e o gato, para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida nestes e em outros animais contactantes. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sangüíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida de nossos animais. Visto que são capazes de pular até 30 cm, não havendo portanto a necessidade de contato íntimo, o cão ou o gato podem adquiri-las passeando na rua ou no próprio quintal, prédio ou carro onde possam ter acesso outros animais. Daí a importância de oferecermos a eles mecanismos de combate e proteção contra as pulgas. Caso o animal já as possua, ou apenas se queira evitar, há um verdadeiro arsenal disponível, o que escolher? Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Tais fatores vão orientar o esquema de erradicação das pulgas quanto aos medicamentos e período necessários para tal.

Há mais de 2000 espécies em todo o mundo, porém, a Ctenocephalides felis felis é a espécie mais comum, prevalecendo em mais de 90% dos cães e gatos. A fêmea da pulga deposita seus ovos (brancos com 0,5 mm de comprimento) no animal e, como não se fixam, caem no ambiente onde apenas dependem da temperatura e da umidade para eclodirem em larvas, num período de até 10 dias. Estas aprofundam-se nos carpetes, cobertores e frestas de pisos, onde se alimentam de restos orgânicos e fezes de pulgas adultas. Em 5 a 11 dias formam um casulo onde ocorre a forma de pupa. A 27ºC e 80% de umidade ambiental, podem se transformar em pulgas adultas em apenas 5 dias. Porém, tal fato só ocorre se houver animais ou pessoas no ambiente; caso contrário as pulgas podem permanecer no casulo por até 140 dias. Normalmente o ciclo de vida se completa em 3 a 4 semanas e as pulgas vivem no animal por mais de 100 dias. A partir do quarto dia se alimentando do sangue do animal, cada fêmea produz , em média, 20 ovos por dia durante 21 dias. Se não interrompermos o ciclo, a infestação no animal torna-se extremamente incômoda e maléfica à sua saúde.

A pulga causa um prurido intenso devido as suas picadas. Existem animais que desenvolvem uma dermatite pruriginosa e pápulo-crostosa na região lombossacra, dorsal, coxal, caudo medial, abdomem ventral, flanco e pescoço com áreas de rarefação pilosa. Ainda se encontra nos pêlos, fezes das pulgas (pontos pretos que quando apertados observa-se uma coloração avermelhada).

Quando ingeridas pelos cães e gatos no ato de se lamberem ou se mordiscarem, ou pelo homem acidentalmente, levam, para o intestino, a forma infectante do Dipylidium caninum, verme cestóide, semelhante à Tenia, "solitária" do homem. Constitui-se, portanto, numa zoonose e pode, nos animais, levar a emagrecimento, diarréia, perda de pêlos e até à morte se não tratada. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz.

Os gatos, por sua vez, são vítimas de um parasita sanguíneo, chamado Hemobartonella felis, transmitido naturalmente pela picada da pulga, causando a doença denominada de Hemobartolenose. Os sintomas são perda de peso, fraqueza, depressão e falta de apetite, devido a uma anemia que pode se tornar crônica. Se não tratados, mais de 30% dos gatos podem vir a óbito.

Como se não bastassem as doenças acima citadas, o incômodo da presença das pulgas sobre a pele do animal pode ser agravado se este desenvolver alergia às picadas deste inseto. Tanto o cão quanto o gato são passíveis de manifestarem uma hipersensibilidade em que basta uma picada por semana para induzir a uma coceira insuportável, induzindo o animal a se ferir, muitas vezes gravemente, o que exige um tratamento urgente. Quando não tratada no início, a alergia torna-se crônica, levando a alterações irreversíveis da pele e da pelagem, além de poder alterar o estado emocional do animal, que permanece em constante estado de estresse devido à coceira incessante. O cão ou o gato, em alguns casos, passa a comer menos e torna-se deprimido ou agressivo, dependendo de sua personalidade. É também, muitas vezes, isolado do convívio familiar por causa das condições de sua pele, que pode apresentar descamação e infecções produtoras de odores desagradáveis.

A PULGA E O HOMEM

Como todos podemos ver, as pulgas também podem afetar o homem que apresenta reações alérgicas, e consiste em um aglomerado de urticária papulares localizada nas extremidades inferiores (pernas). Elas são transmissores do tifo, praga, tularemia e hospedeiro intermediário do DIPYLIDIUM CANINUM (semelhante a um grão de arroz), que acomete cães e gatos. Portanto, as pulgas não devem ser eliminadas e evitadas por toda a vida do animal apenas por ser um inseto, mas sim por interferir significativamente na saúde e bem-estar dos nossos fiéis companheiros.

PROFILAXIA

A maior parte do ciclo de vida da pulga ocorre fora do seu hospedeiro (os animais) e devido a isso, existe a necessidade de cuidar também das instalações e ambiente onde o animal vive, além dele mesmo.

Através de uma orientação adequada; pode-se dar um tratamento ao animal para que ele fique sem pulgas. Inseticidas no ambiente, além de um vermífugo correto para eliminar o DIPYLIDIUM sp do animal de estimação, são necessários.

Podemos encontrar uma variedade enorme de sabonetes, shampoos, pós, talcos, sprays e coleiras anti-pulgas, alguns para serem usados nos cães e gatos e outros nos ambientes, porém atualmente contamos com medicamentos mais modernos, seguros e eficientes.

A dedetização periódica dos locais freqüentados pelos animais, desde que realizada por empresas especializadas, ou caseira com produtos idôneos, auxilia no controle das pulgas do animal devido à erradicação das formas intermediárias que se encontram no ambiente. No caso de serem utilizados aspiradores de pó com sacos não descartáveis, é recomendado colocar pó anti-pulga nestes para que não se tornem ninhos em potencial, devido ao calor e à quantidade de restos orgânicos acumulados.

É muito importante que se saiba que todos os produtos são capazes de induzir a intoxicações caso não sejam utilizados de acordo com as recomendações do fabricante, ou seja, algumas substâncias não podem ser ingeridas, utilizadas nos animais (só no ambiente), em filhotes de até uma certa idade, em gatos, em fêmeas prenhes ou em lactação ou em animais que possuam algum problema de saúde específico. Ou seja, além de proteger a saúde dos animais e das pessoas (que convivem com estes e/ou vão manipular os produtos), seguir rigorosamente as instruções da embalagem permite obtermos o máximo do efeito anti-pulga.

Se possível, este controle deve ser realizado continuamente, visto que não possuímos estações climáticas bem definidas, havendo períodos quentes até mesmo durante o inverno, que permitem a reprodução eficiente das pulgas. Devido à grande quantidade existente e ao constante surgimento de novos produtos anti-pulgas, recomenda-se consultar o médico-veterinário antes de adquiri-los a fim de se garantir o melhor resultado possível para cada caso, dependendo do grau de infestação, da espécie animal, da idade, do tipo de pelagem e do estado de saúde do nosso bichinho. O importante é não desprezarmos este pequeno inimigo, que, por viver há mais tempo que nós neste planeta, encontra-se muito bem adaptado ao nosso meio-ambiente, acompanhando-nos sempre que puder. Vamos manter como companheiros apenas nossos cães e gatos?

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A questão do extermínio puro e simples de insetos e roedores tem criado um novo problema. Isso porque, o uso indiscriminado de inseticidas tem provocado contaminações de solo, água e alimentos.

Nesse sentido, a Clean Tec Saneamento e Controle de Pragas estuda os melhores saneantes e os mais adequados métodos de aplicação.

A estratégia de saneamento, cercada de tantos cuidados, está aliada ao controle qualitativo, marca de todos os serviços prestados por nossa empresa, e resulta em soluções tão ou mais eficazes que as aplicações maciças de saneantes.

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